Trabalhando com skate, sem ser skatista

Se você está acompanhando as Olimpíadas de Tóquio 2020 (que estão acontecendo em 2021), provavelmente sabe que o Brasil marcou história nessa edição, devido à ter a mais jovem atleta em 80 anos, a subis num pódio.

Trata-se de Raysse Leal, a “Fadinha do Skate” que com 13 anos, apenas, ganhou medalha de prata na competição, na categoria Rua. Com a vitória de Rayssa, o Brasil não esportista “descobriu” o skate como atividade esportiva, e a tendência é que essa modalidade cresça no país.

No mundo todo, vale a pena dizer, o skate movimenta milhões, com competições como, por exemplo, os X Games (“Olimpíadas” de esportes radicais).

No Brasil, entretanto, esse mercado ainda está tímido. Com a vitória de Fadinha, a tendência é que vejamos um crescimento dele – e com esse crescimento surgem oportunidades de trabalho.

Falamos de 3 delas aqui nesse artigo. São essas oportunidades: comércio de skates e componentes, comércio de equipamentos de proteção e roupas, empreendimentos imobiliários com pistas e Skate Parks.

Entretanto, esse esporte traz outras possibilidades de investimento. Confira.

 

1.     Escrita de conteúdo e produção de mídia

Escrever sobre skate pode parecer uma coisa simples. Porém, existe todo um vocabulário específico desse esporte (como aliás, existe em todos os esportes).

Manobras, partes do skate, detalhes das pistas, e detalhes técnicos, são alguns desses tópicos. Históricos de competições, atletas famosos, detalhes da História do Skate e similares são outros.

Outro campo que vai crescer, é o de produção de mídia. Isso é, fotografias, vídeos, material publicitário, entre outros.

No Brasil já há quem produza esse tipo de material escrito e de mídias. Mas as mídias envolvendo skate tendem a crescer.

 

2.     Escrita de conteúdo e produção de mídia – do skate feminino

É relevante falarmos em Skate Feminino, porque a vitória de Rayssa aponta para mais um campo, que até então era ignorado: das mulheres em esportes radicais.

Antes dela, já havia muitas outras mulheres. Porém, sem a cobertura midiática que teremos agora. E mesmo nas publicações já existentes, a visão ainda era a de um homem sobre uma mulher.

Ou seja, textos e fotografias, por vezes tinham (e têm) uma visão marcada por machismo e sexualização das atletas. Mídias produzidas por mulheres, e sobre mulheres serão uma tendência em diversos campos – no skate, também.

 

3.     Apps e jogos

Outro campo que deve crescer é o de apps e jogos. Jogos de videogame de skate, nós já tínhamos. Os mais famosos são os de Tony Hawk, campeão americano.

A tendência, entretanto, é de crescimento, inclusive para smartphones.

Empreender em apps licenciados pelos atletas brasileiros é um caminho, para investir nessa nova popularização do skate.

 

4.     Treinamento físico

Outro campo que deve surgir é o de treinamento físico especialmente produzido para quem quer praticar skate. Treinos funcionais, tanto para skatistas, quanto para amadores, terão futuro em academias.

A noção de que praticar skate não é apenas “subir na prancha”, deve orientar personal tariners e instrutores de academia, a criarem exercícios físicos especificos.

 

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