Por que estudar árabe?

 

Um dos eventos mais aguardados de 2022, a Copa do Mundo de Futebol de campo não apenas comemora e celebra o futebol. Ela também põe em evidência o mundo árabe.

Aliás, relevam um mundo para além dos preconceitos, dentre os quais, o terrorismo. Porque sim, existem terroristas islâmicos, mas eles não são representantes políticos do mais de 270 milhões de falantes de árabe, no mundo.

O país sede da copa, talvez, seja um bom exemplo.

O Qatar é uma nação com pouco mais de 2 milhões de habitantes. Porém, é um país extremamente rico, dono de poços de petróleo, praias altamente turísticas, e uma história que remonta para mais de 5000 anos atrás.

Logo, estudar árabe pode ser uma ótima oportunidade, para quem busca uma carreira no exterior. E se você ainda não se convenceu, confira mais motivos:

 

1.      Países cada vez mais abertos ao turismo

Países como Omã, Qatar e Arábia Saudita estão se abrindo, cada vez mais ao turismo. Países do Oriente Médio trazem, ao mesmo tempo, culturas milenares, e comodidades do século 21.

Esses países contam com sítios arqueológicos magnânimos, praias fabulosas, e hotéis de altíssimo luxo.

Pensando nisso, muitas dessas nações têm aprimorado seus serviços e agencias de turismo, a fim de receber viajantes de todo o mundo.

A tendência, com a Copa, é que as buscas por destinos do Oriente islâmico cresçam. Além disso, países árabes como Egito e Marrocos já eram destinos populares, antes dela.

 

2.      Economias trilionárias

Países como a Arábia Saudita e o Kuwait são alguns dos maiores produtores de petróleo e gás natural do mundo. Tais indústrias geram milhões de empregos, e movimentam a economia de todo o globo.

Indústrias do petróleo movimentam bilhões de dólares, nas bolsas mundo afora.

Logo, se você que tentar uma carreira de sucesso, com mercados externos, falar árabe pode abrir muitas portas.

Tanto para você galgar uma posição, em uma empresa árabe, quanto na hora de concorrer a uma vaga em uma empresa ocidental, com filiais nos países do Oriente Médio.

Isso, sem falar na possibilidade de assumir um cargo que envolva contatos profissionais com executivos árabes no Brasil.

 

3.      Educação de imigrantes e refugiados

Pessoas que falam árabe também são necessárias, em serviços humanitários, e de acolhimento e recepção de imigrantes.

Desde 2011, a Síria sofre uma guerra civil violenta, que obriga muitas famílias a deixarem o país. Atender a elas, de forma adequada, é uma necessidade humanitária urgente.

Além dele, somalis, palestinos e sudaneses abandonam seus países, todos os anos, oprimidos pela fome, violência e misérias. Muitos vêm ao Brasil.

Atender imigrantes não passa apenas pela educação e serviços de saúde. É preciso haver uma comunicação adequada.

 

4.      O futuro é sino-arábico

Além do inglês, as línguas que mais têm falantes, em todo o mundo são o chinês e o árabe, e nesses países o crescimento demográfico foi maior do que na Europa e Estados Unidos e Canadá.

Logo, o inglês perderá parte de seu prestígio de língua franca.

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