Como organizar sua escola ao final do ano letivo?

 

Uma das maiores questões que diretores encontram, após o fim de um ano letivo é: o que fazer na escola? Claro que uma das respostas pode ser “Entrar de férias”, mas não é nesse sentido que estamos falando.

A questão aqui é como pensar sobre a administração escolar, no período em que não haverá alunos. O período pode ser utilizado para que diversas ações e medidas administrativas e pedagógicas sejam tomadas.

Para tanto, contudo, o corpo diretivo da instituição não pode pensar no cronograma de ações apenas no período em questão. É preciso que o plano de ação seja pensado bem antes.

Como assim? É preciso haver um cronograma de ações, para organizar uma escola, ao final de um ano letivo? Para entender melhor, veja nosso artigo.

 

1.     Identifique os problemas ao longo do ano corrente

Para você aproveitar o período em que sua escola estará sem alunos, de forma adequada, primeiro, é preciso identificar problemas e eventuais pontos a serem aprimorados, antes que as férias comecem.

Para isso, pergunte a alunos, professores e demais membros do corpo discente o que eles pensam que deve ser reformado, ou o que eles identificam como problema estrutural.

Também, faça vistorias, pelo prédio, ao final de cada dia de aula, e em dias com temporais, a fim de verificar infiltrações, vazamentos e demais problemas.

Também verifique portas e janelas, a fim de localizar vidros quebrados e juntas enferrujadas. E claro, não se esqueça de verificar aparelhos eletroeletrônicos.

Sem essa análise prévia, fica quase impossível reformar a escola de forma adequada.

 

2.     Estabeleça uma lista de prioridades

Dependendo da escola, nem todas as reformas são imediatas, necessárias e (financeiramente) possíveis. Então, após identificar todos os pontos problemáticos ou passiveis de melhorias, faça uma lista de prioridades.

Em sua lista, você precisa considerar 4 fatores primordiais: a importância da obra; o custo dela; o tempo de execução; a possibilidade de fazer ela durante o período letivo.

Isso porque, nas férias, você não deve perder tempo (e dinheiro) fazendo obras desnecessárias e que possam ser feitas com a presença de alunos na escola.

Além disso, suas reforças podem incluir melhorias de materiais didáticos e pedagógicos, aquisição de novos livros e ferramentas de aula, e demais compras.

3.     Crie um calendário, considerando atrasos

Obras complexas podem demorar mais do que apenas os trinta ou quarenta dias de férias que alunos geralmente têm. Além disso, você não pode desconsiderar a possibilidade de existirem atrasos.

Logo, é preciso estudar se elas vão atrapalhar o trabalho dos professores. Nesse caso, talvez seja melhor começar essas até mesmo para antes do fim do ano letivo.

Todas as reformas são importantes, porém, nem todas são imediatas.

 

4.     Faça análise de custos

Uma reforça é custosa. Ponto. Claro que você consegue diminuir o valor investido, na hora de escolher os materiais, mas o custo ainda é considerável.

Então faça uma análise de custos, e um balanço em relação a entrada de caixa na instituição.

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