Escrever corretamente é fundamental para transmitir a mensagem de forma clara e profissional. No entanto, muitas pessoas cometem erros comuns de grafia, principalmente em palavras que parecem simples, mas que geram confusão. Esses erros podem ser cometidos até por quem tem o português como língua materna. Isso acontece, muitas vezes, por simples vícios de pronúncia ou por desconhecimento das regras gramaticais.
Neste artigo, você irá conhecer 12 palavras que são frequentemente escritas e pronunciadas de maneira errada. Preste atenção e veja se você comete algum desses deslizes!
1. Bicarbonato
A palavra bicarbonato é bastante conhecida, mas muitas pessoas escrevem “bircabonato”. A forma correta é bicarbonato, que se refere ao sal derivado do ácido carbônico, como no caso do bicarbonato de sódio, utilizado em diversas situações, desde a culinária até a medicina.
2. Asterisco
Outra palavra que causa confusão é asterisco. Muitos escrevem “asterístico”, mas a forma correta é asterisco, aquele símbolo em forma de estrela usado para fazer referências em textos ou indicar uma nota de rodapé.
3. Torácico
É comum as pessoas escreverem “toráxico”, mas o correto é torácico. Este termo se refere à área do tórax ou a órgãos que estão localizados nessa região, como o coração e os pulmões.
4. Meteorologia
A palavra meteorologia é frequentemente escrita como “metereologia”. O termo correto é meteorologia, que é o estudo dos fenômenos atmosféricos e que permite prever o tempo e o clima.
5. Privilégio
O erro mais comum com a palavra privilégio é escrevê-la como “previlégio”. A forma correta é privilégio, e ela se refere a uma vantagem ou direito que é concedido a uma pessoa ou grupo, geralmente em detrimento de outros.
6. Beneficente
Em campanhas de caridade, muitas pessoas utilizam “beneficientes”, mas o correto é beneficente, que se refere a algo relacionado à ajuda ao próximo, como em “evento beneficente” ou “campanha beneficente”.
7. Reivindicar
A palavra “reinvindicar” é muito usada de forma errada. A grafia correta é reivindicar. Ela significa exigir algo ou lutar por algo que se considera direito, como no caso de reivindicar melhores condições de trabalho ou direitos civis.
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ENTRAR NOS GRUPOS →8. Cérebro
Muitas pessoas escrevem “célebro”, com “e” no lugar de “é”. No entanto, a forma certa é cérebro, o órgão responsável pelas funções cognitivas e motoras no corpo humano.

9. Poliomielite
A confusão é comum entre poliomielite e “poliomelite”. A palavra correta é poliomielite, uma doença infecciosa grave que pode causar paralisia, geralmente em crianças. Fique atento à grafia correta dessa doença, muito importante para a saúde pública.
10. Empecilho
Muitas pessoas escrevem “impecilho” devido à similaridade sonora, mas a forma correta é empecilho. Esta palavra se refere a um obstáculo ou dificuldade que impede a realização de algo, como em “o trânsito foi um empecilho para a chegada ao trabalho”.
11. Entreter
Quando nos referimos a manter alguém ocupado ou distraído, a palavra correta é entreter. No entanto, é comum ouvir ou escrever “enterter”, o que está errado. A forma correta deve ser sempre entreter, como em “Ele conseguiu entreter as crianças com um jogo educativo”.
12. Digladiar
Finalmente, a palavra digladiar também gera confusão. Muitas pessoas escrevem “degladiar”, o que é incorreto. Digladiar significa lutar intensamente, fisicamente ou verbalmente, como em “os dois políticos se digladiaram durante a discussão.”
Como evitar erros comuns?
Esses erros são frequentes, mas podem ser facilmente evitados com atenção ao escrever. A melhor maneira de se corrigir é revisar o texto antes de enviá-lo ou publicá-lo. Além disso, é sempre válido consultar um dicionário sempre que tiver dúvidas sobre a grafia de uma palavra.
No caso das palavras parônimas (aquelas que têm grafias semelhantes, mas significados diferentes), é importante prestar atenção nas diferenças para evitar confusões. Por exemplo, a palavra ratificar (confirmar ou validar) é diferente de retificar (corrigir), assim como reivindicar não pode ser confundido com reinvindicar.






