O sujeito é um elemento fundamental da frase, sendo a entidade sobre a qual algo é afirmado. O predicado, por sua vez, é o termo que faz a afirmação sobre o sujeito. Ele pode ser classificado como simples, composto, oculto ou indeterminado, e sua posição pode variar em relação ao verbo, com o qual deve concordar.
É um elemento essencial na estrutura das frases da língua portuguesa. Ele é a parte da oração sobre a qual se faz uma declaração, ou seja, é a entidade sobre a qual se fala ou se atribui alguma ação, estado ou característica.
A função dele é ser o ponto de partida para o predicado, que contém a informação ou a ação relacionada ao sujeito. O sujeito pode ser uma pessoa, um objeto, um lugar ou uma ideia e, dependendo da estrutura da frase, pode ser simples, composto, oculto ou indeterminado. Independentemente de sua posição na frase, ele deve concordar em número e pessoa com o verbo.
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Resumo sobre ele
O sujeito, tal como o predicado, é um componente fundamental da oração;
É o elemento a respeito do qual algo é afirmado;
Além disso, é o termo que concorda com o verbo;
Os tipos incluem: simples, composto, implícito e indeterminado;
Existem orações que não possuem sujeito, ou seja, ele é inexistente;
Dentro de uma oração, ele pode estar localizado antes ou depois do verbo.
Tipos de sujeitos
O simples é aquele que possui apenas um núcleo, ou seja, uma palavra principal que exerce a função do elemento na oração. Este núcleo é geralmente um substantivo ou pronome.
Exemplos
A criança brinca no parque.
Sujeito: a criança (núcleo: criança)
Predicado: brinca no parque
O cachorro late alto.
Sujeito: o cachorro (núcleo: cachorro)
Predicado: late alto
Ela está estudando para a prova.
Sujeito: ela (núcleo: ela)
Predicado: está estudando para a prova.
Em todas essas orações, o sujeito é composto por um único núcleo, que é a palavra principal sobre a qual recai a ação ou o estado descrito pelo verbo.
E o sujeito? Aprenda a identificá-lo no texto sem errar (Foto: Unsplash).
O composto é aquele que possui dois ou mais núcleos, ou seja, mais de um elemento que realiza a ação expressa pelo verbo. Os núcleos do sujeito composto são ligados por conjunções ou vírgulas.
Exemplos
Maria e João estudam juntos para a prova.
Neste exemplo, “Maria” e “João” são os núcleos do sujeito composto, ambos realizando a ação de estudar.
O sol e a lua iluminam o céu.
Aqui, “o sol” e “a lua” são os núcleos do sujeito composto, ambos responsáveis por iluminar o céu.
As crianças e os professores participaram da festa.
“As crianças” e “os professores” são os núcleos, ambos participando da festa.
Em cada caso, a presença de mais de um núcleo no sujeito faz com que ele seja considerado composto.
O oculto, também conhecido como elíptico ou desinencial, é aquele que não está explícito na oração, mas pode ser identificado pelo contexto ou pela desinência verbal. Em outras palavras, ele não aparece na frase, mas é possível inferi-lo por meio da conjugação do verbo ou do contexto anterior.
Exemplos
Fui ao mercado.
Ele não está explícito na oração, mas sabemos que é a primeira pessoa do singular (eu) devido à conjugação do verbo “fui”.
Estudamos para o exame.
Aqui, ele também está oculto. Pela conjugação do verbo “estudamos”, entendemos que o sujeito é “nós” (primeira pessoa do plural).
Terminou o relatório ontem.
Neste caso, ele pode ser inferido pelo contexto. Se em frases anteriores estiver claro quem é o sujeito (por exemplo, “João”), podemos entender que “João” terminou o relatório ontem.
Como reconhecer em uma frase
Para identificá-lo em uma frase, pergunte “quem” ou “o que” realizou ou sofreu a ação do verbo. Veja o exemplo abaixo:
O pedreiro construiu uma grande casa para minha mãe.
Nesta frase, quem realizou a ação de construir a casa? A resposta é: o pedreiro. Portanto, “o pedreiro” é o sujeito da frase. Agora observe este exemplo:
Uma grande casa foi construída pelo pedreiro.
Aqui, o que foi construído pelo pedreiro? A resposta é: uma grande casa. Logo, “uma bela casa” é o sujeito.
Formada em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas pela UFRN desde 2021, atuo como escritora de contos e de romances há mais de uma década e, por isso, também trabalho como ghostwriter. Sempre lado a lado com a escrita, estou presente no ramo de revisão, redação e edição de textos.
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