Você sabia que o dinheiro do 13º do INSS pode ser devolvido se você não sacar a tempo? Veja o prazo e não perca nenhum centavo.
O 13º do INSS está chegando — e com ele vem uma regra que muita gente desconhece e acaba pagando caro por isso. Existe um prazo limite para sacar o dinheiro. Quem perde essa janela vê o valor ser devolvido ao instituto e precisa correr atrás de regularização.
Antes de se preocupar com quando o dinheiro vai cair, é importante entender quando ele pode sair da sua conta — e o que fazer para garantir que isso não aconteça com você.
Para continuar e descobrir como se proteger de atrasos, pendências e descontos inesperados, siga a leitura e confira todas as orientações e regras importantes sobre o 13º do INSS.
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O que é o 13° salário do INSS?
O 13º do INSS — chamado oficialmente de abono anual — é um pagamento extra garantido por lei aos segurados da Previdência Social. Funciona como o décimo terceiro dos trabalhadores com carteira assinada: um valor adicional depositado uma vez por ano, dividido em duas parcelas.
O montante varia conforme o benefício mensal de cada segurado e o tempo em que ele recebeu o benefício ao longo do ano — quem recebeu os 12 meses completos leva o valor integral; quem entrou no meio do ano recebe de forma proporcional.
Quem tem direito ao 13º do INSS em 2026?
Antes de falar em prazo, vale confirmar se você está na lista de quem tem direito. O abono anual — nome oficial do 13º do INSS — é exclusivo para benefícios de natureza previdenciária. Confira os cinco grupos contemplados:
- Aposentados (por idade, tempo de contribuição, invalidez ou especial).
- Pensionistas por morte.
- Beneficiários de auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença).
- Beneficiários de auxílio-acidente.
- Beneficiários de auxílio-reclusão.
Se você recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada), não há direito ao abono anual. O BPC tem caráter assistencial, não previdenciário, e por isso fica fora das regras do 13º.
Como funciona o pagamento em 2026?

A expectativa é que o governo repita a antecipação do pagamento para o primeiro semestre, como aconteceu nos últimos anos. O depósito deve ser feito em duas parcelas:
- 1ª parcela: 50% do valor bruto, sem descontos, prevista para abril
- 2ª parcela: 50% restantes, com possível desconto de Imposto de Renda, prevista para maio
Para isso se confirmar, ainda depende da publicação de um decreto presidencial. A expectativa é que o documento saia até o início de abril. Até lá, as datas seguem como previsão — não como confirmação oficial.
Qual é o prazo final para sacar a primeira parcela?
Aqui está a informação que a maioria das pessoas não sabe — e que pode custar caro.
As regras do Instituto Nacional do Seguro Social determinam que o beneficiário tem até 60 dias, ou seja, dois meses, a partir da data de depósito para realizar o saque. Na prática, se a primeira parcela cair em abril, você terá até o final de junho para movimentar o valor.
Parece tempo suficiente. Mas muita gente esquece, viaja, fica doente ou simplesmente não acompanha o extrato — e o prazo passa.
O que acontece se você não sacar dentro do prazo?
Segundo o INSS, caso os valores não sejam retirados em até 60 dias após a data prevista para o pagamento, os créditos são devolvidos pelo banco ao INSS automaticamente.
Essa devolução não é um erro — é uma medida de segurança adotada para evitar pagamentos indevidos e tentativas de fraude, como o saque do benefício de um segurado já falecido. De acordo com a norma vigente, a instituição bancária devolve o valor ao INSS, que suspende o pagamento até que o beneficiário regularize sua situação.
Ou seja: se o prazo expirar, o dinheiro some do extrato, o banco não mantém mais o valor e você precisará acionar o Instituto Nacional do Seguro Social para reaver o que é seu.
Como acompanhar o pagamento e não perder o prazo?
A boa notícia é que você não precisa sair de casa para acompanhar tudo. O Instituto Nacional do Seguro Social oferece três canais oficiais:
- Aplicativo Meu INSS — permite consultar extrato, saldo, histórico de pagamentos, valor de cada parcela, datas previstas de depósito e possíveis pendências no cadastro.
- Portal Meu INSS — oferece as mesmas funcionalidades do aplicativo pelo navegador, possibilitando acessar extratos, verificar pagamentos e checar se há pendências ou dados desatualizados.
- Central 135 — atendimento telefônico de segunda a sábado, das 7h às 22h, para tirar dúvidas, receber orientações e confirmar informações sobre os pagamentos.
Mantenha seu cadastro sempre atualizado. Qualquer inconsistência pode atrasar o crédito, gerar pendências e até bloquear temporariamente o recebimento do benefício.
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Quando a antecipação do 13º salário for confirmada, o portal divulgará as datas e detalhes em primeira mão, garantindo acesso imediato às informações oficiais. Continue explorando o site e saiba tudo o que você tem direito.
Para conferir mais detalhes sobre o calendário de pagamentos e a antecipação do 13º do INSS, assista ao vídeo abaixo:
















