4 terapias alternativas para idosos

Com o avanço da medicina, a expectativa de vida dos brasileiros avança, cada vez mais. Em 2020, ela chegou a uma média de quase 77 anos. Isso significa que nosso país avança em termos de saúde preventiva.

Consequentemente, precisaremos cada vez mais de cuidadores altamente especializados e de médicos e enfermeiros com formação em gerontologia. Essa área é dedicada aos estudos da saúde na velhice, bem como os cuidados e tratamentos mais adequados.

Porém, alguns tratamentos e remédios, principalmente aqueles para doenças mentais, como Alzheimer e Demência, podem ser agressivos para a saúde individual.

Isso leva cada vez mais médicos a buscarem por tratamentos alternativos.

Você conhece alguns deles? Confira:

 

1.     Hidroterapia

A hidroterapia é aquela feita dentro de piscinas. Essa pode ser composta por exercícios de Pilates, por exercícios de fisioterapia, por exercícios de terapia ocupacional, ou até por exercícios de natação.

A grande vantagem dessa terapia é que a piscina apresenta um aspecto lúdico que é muito importante para os idosos.

Por que? Porque muitos não gostam de sentir que estão recebendo tratamento. Lidar com terapias como uma grande diversão, inclusive, pode fazer ele ainda mais eficaz, pois, além dos ganhos musculares, há ganhos psicológicos.

Tratamentos com hidroterapia podem ocorrer tanto em academias e clínicas especializadas, quanto na piscina da residência do próprio paciente, quando é possível.

 

2.     Musicoterapia

Terapias com uso de música são essenciais para manter o cérebro de pessoas idosas ativo. Esses tratamentos não envolvem apenas o aspecto emocional da música (cantar, forçar a memória).

O aspecto coletivo da música (corais e bandas) é essencial. Idosos que participam de corais ou bandas não se sentem isolados e abandonados, além de estarem sempre estimulados a executar um trabalho corporal, ainda que mínimo.

Por sua vez, terapias corporais por meio da música (dança, fisioterapia, exercícios físicos) são de valor inestimável. Associar sons a movimentos estimula todas as regiões do cérebro, pois demanda múltiplas inteligências.

 

3.     Arteterapia

Embora a música seja uma forma de arte, colocar a Arteterapia enquanto uma categoria exclusiva de tratamento alternativo justifica-se pela forma como esse é conduzido.

O estimulo ao raciocínio, a atenção e às habilidades motoras fazem da Arteterapia, uma aliada poderosa contra doenças como Parkinson e traumas decorrentes de lesões. Além de elevar a autoestima dos envolvidos – afinal, eles produzem um “objeto de arte”.

Vale ressaltar que todo o produto produzido é válido. A “crítica de arte”, não deve avaliar o produto da Arteterapia (embora, em alguns casos, possa). Dessa forma, o mais importante, inclusive, é o procedimento, a entrega do paciente, à atividade.

 

4.     Fitoterapias

Remédios alopáticos (o remédio “convencional”), por vezes, podem ser muito agressivos para a pessoa idosa.

Algumas substâncias, como o paracetamol, notadamente atacam o fígado, enquanto que o ácido acetilsalicílico pode produzir úlceras estomacais.

Dessa maneira, remédios fitoterápicos (homeopatia e tratamentos com ervas naturais e chás) podem ser uma solução eficaz, para problemas menos graves, como enxaquecas ou alergias.

Essas terapias demandam uma especialização em medicinas alternativas. Mas apresentam resultados incríveis!

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