3 áreas para trabalhar com informática na escola

ma das áreas de trabalho com mais campo de atuação, no futuro, será a de Tecnologias da Informação. Quase todos os nossos processos e instituições serão altamente automatizados.

Assim, é de enorme importância que as novas gerações tenham preparo técnico e operacional para atuarem nesses meios. Alguém que atue ou conviva com os jovens podem pensar que eles “já têm”, isso é, que o domínio de meios digitais seja algo “inato” a eles.

Afinal, até mesmos bebês já entendem a lógica de aparelhos touch screen, enquanto que os casos de avós sendo ajudados por netos, no uso de redes sociais são bem conhecidos.

Trata-se de um ledo engano, entretanto. Tal afirmação seria o mesmo que dizer que “todos são jogadores de futebol natos, afinal, a essência do jogo é chutar uma bola”.

Da mesma maneira que os esportes precisam ser apreendidos e praticados, com os meios digitais é a mesma coisa. E a quem cabe ensinar o uso de tecnologia? Sim, a escola.

Porém, como fazer com que aulas de informática sejam mais do que apenas ensinar o óbvio uso de word e “como criar um e-mail”? Veja nosso artigo.

1. Segurança Digital

Um dos principais tópicos a serem ensinados, quando pensamos em tecnologias da informação e comunicação é segurança digital.

As pessoas, de modo geral, não sabem fazer uso seguro da internet e redes sociais e aqui não estamos nem falando de cartões de crédito em sites suspeitos. A forma como as pessoas interagem nas redes e a forma como elas expõem suas vidas é parte principal do problema.

Uma parte que não é abordada na maioria das aulas de informática. Essa é, sem dúvida, uma das primeiras habilidades a ser lecionada em aulas de educação digital.

2. Ética

Não adianta nada ensinar o uso correto de máquinas, se não existir um ensino da ética no uso delas. Trata-se de uma matéria transdisciplinar: como agir nas redes sociais, para elas não se tornarem um “varal de ódio”, por exemplo.

Situações como “cancelamentos” têm seu lado cruel, ainda mais quando ele é voltado contra um grupo ou indivíduo que está sofrendo ele, apenas, por discordar de uma visão política ou social.

A internet propicia essas situações, ao possibilitar o apagamento da identidade de seus usuários, e a sensação de impunidade. Os vídeos e lives, por sua vez, possibilitam a difusão de ideias das mais diversas.

3. Metodologias ativas de pesquisa

Por fim, é preciso que aconteça um ensino focado na maneira como a internet e as redes sociais são usadas, na busca por conhecimentos.

Muitos alunos simplesmente digitam suas perguntas no Google ou ChatGPT e se contentam com os primeiros resultados que aparecem.

A educação digital em metodologias ativas passa por ensinar como pesquisar algo na internet e, mais importante como identificar resultados e fontes de pesquisa, válidos.

Se as tendências de educação passam pela autonomia dos estudantes, então os alunos precisam saber onde buscar seu conhecimento, como interpretar os resultados obtidos.

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