Você está esperando o seu depósito de R$ 1.000 do Pé-de-Meia e quer saber quando vai receber? Poucos assuntos geram tanta expectativa entre estudantes quanto o pagamento desse benefício.
Descubra neste conteúdo quando o valor realmente cai na conta, veja quais fatores influenciam a data e evite perder tempo aguardando informações desencontradas.
Muitas dúvidas surgem a cada novo calendário de pagamentos. Em 2026, o governo federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), determinou um esquema escalonado de depósitos, dividindo os pagamentos conforme o mês de nascimento do estudante. Mas, afinal, quem recebe em março, abril, maio, junho ou julho?
Calendário oficial: quando cada grupo recebe o R$ 1.000 do Pé-de-Meia?
O MEC divulgou um calendário detalhado para organizar os pagamentos do programa, que dependem do mês de nascimento do aluno. Confira:
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- Janeiro e Fevereiro: receberam em 26 de fevereiro;
- Março e Abril: receberam em 27 de fevereiro;
- Maio e Junho: tiveram o depósito efetivado em 2 de março;
- Julho e Agosto: crédito realizado em 3 de março;
- Setembro e Outubro: receberam em 4 de março;
- Novembro e Dezembro: liberado em 5 de março.
Por que nem todos receberam e como funcionam os atrasos?
A expectativa era que todos recebessem na data programada pelo mês de nascimento, conforme o cronograma acima. Porém, o próprio MEC alertou que atrasos podem acontecer caso as informações do aluno ainda não tenham sido confirmadas pela escola e rede de ensino até a data do pagamento.
É fundamental entender: o simples término do ano letivo não gera o pagamento automaticamente. Antes de liberar o valor, o sistema do governo depende de duas confirmações enviadas pelas secretarias de educação:
- Confirmação da aprovação do estudante;
- Confirmação da conclusão do ensino médio (quando for o caso);
Se os dados não tiverem sido enviados e validados a tempo, o pagamento é adiado para a próxima rodada programada. Em 2026, serão cinco datas previstas pelo MEC até o início de julho exatamente para acomodar essas situações e garantir que ninguém fique sem o benefício.

Como saber em qual das datas o dinheiro estará disponível para saque?
O depósito pode acontecer em qualquer uma das cinco datas até o início de julho, sempre dependendo do envio correto dos dados pela escola à rede e da confirmação final pelo governo federal.
Atenção: você não perde o direito ao valor, mesmo com atraso — apenas terá que aguardar a regularização da situação cadastral.
- Se a escola enviou seus dados a tempo, o pagamento cai conforme o calendário oficial do mês de nascimento;
- Se os dados demoraram para ser enviados, a liberação acontece na rodada seguinte (nas próximas datas previstas);
- O MEC orienta o estudante a acompanhar a própria situação na plataforma oficial do programa e pelo app Caixa Tem.
Prazos finais: o que acontece se a escola atrasar ainda mais?
O prazo máximo para as redes de ensino enviarem as informações é junho. Caso o cadastro só seja liberado após a sua data de nascimento, o pagamento será feito na próxima rodada disponível até julho. Após essa etapa, todos que tiverem direito ao incentivo devem estar contemplados.
Como consultar sua situação e garantir o recebimento?
Para garantir que o valor esteja disponível na data certa, siga este passo a passo:
- Acesse a Consulta Pé-de-Meia com seu login da plataforma Gov.br;
- Confira se os dados cadastrais e de escolaridade estão atualizados;
- Se houver pendências ou informações não confirmadas, procure imediatamente a secretaria da sua escola solicitando o envio;
- Acompanhe constantemente os extratos da Conta Caixa Tem, onde o valor é depositado.
Lembre-se: caso o pagamento não apareça na primeira data programada, não é preciso refazer cadastro: basta aguardar até a atualização dos dados junto ao MEC.
Quais os critérios para receber o R$ 1.000 do Pé-de-Meia?
O programa tem regras claras. São elegíveis os estudantes:
- Matriculados no ensino médio público;
- Inscritos regularmente no CadÚnico;
- Com aprovação confirmada e frequência escolar adequada;
- Que tiveram informações enviadas pela escola à rede de ensino e, em seguida, ao MEC.
Além do incentivo de R$ 1.000, quem conclui o ensino médio e faz as provas do Enem recebe um bônus extra de R$ 200. Já alunos do 1º e 2º ano têm o valor bloqueado até finalizarem a etapa, podendo optar por deixar a quantia na poupança ou direcioná-la ao Tesouro Direto pelo aplicativo.
O que fazer se o valor não cair na conta até julho?
Caso persista algum erro ou se o benefício não for recebido até julho, mesmo com todos os requisitos cumpridos, a orientação é procurar imediatamente a secretaria de educação do seu município ou estado. Eles poderão consultar o status do envio das informações e, se necessário, fazer a regularização junto ao MEC.
A atualização do cadastro no CadÚnico e a manutenção da frequência escolar continuam fundamentais para estar entre os contemplados nas próximas liberações do benefício.
Para conferir mais sobre o Pé-de-Meia, acesse a página inicial do Blog Pensar Cursos. No vídeo abaixo você descobre como investir os R$ 1.000 do programa no Tesouro Selic:











