Imagine que seu principal documento de identificação possa incorporar novos elementos de segurança e reunir informações pessoais essenciais.
A Carteira de Identidade Nacional (CIN) foi criada para facilitar a vida dos brasileiros ao portar documentos importantes. Agora, além dos dados comuns, o documento pode reunir uma variedade de informações, deixando o dia a dia mais prático.
Atualmente, milhões de brasileiros já adotaram a CIN, que veio para substituir o antigo Registro Geral (RG) e inaugura uma era de identificação mais eficiente e confiável em todo o território nacional.
Confira quais documentos podem ser agregados à CIN e de que forma isso pode simplificar sua rotina.
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Vantagens e novos recursos da CIN
A CIN aumenta a proteção com QR Code antifraude, diminui riscos de fraudes e padroniza a identificação em todo o país. Também fortalece o cadastro no GOV.BR, o que facilita atingir o nível Ouro e acessar mais de 4.600 serviços digitais federais, estaduais e municipais.
Outra característica é a CIN digital: após receber a versão física, a pessoa pode ativar a versão digital pelo aplicativo GOV.BR, agilizando o uso do documento em viagens e em atendimentos públicos e privados.
Quais informações e documentos podem ser incluídos na CIN
Entre as novidades da nova carteira está a possibilidade de incluir informações complementares, evitando a necessidade de apresentar diversos documentos separados.
Para isso, basta levar os originais ou cópias autenticadas dos itens, e solicitar no momento do atendimento:
- Tipo sanguíneo e fator Rh: comprovados por laudo médico assinado.
- Indicação de doação de órgãos: opção disponível para emergências.
- Cartão Nacional de Saúde (CNS): registro do SUS.
- Cadastro de Pessoas Físicas (CPF): já impresso na nova identidade.
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH): para quem já dirige.
- Título de Eleitor: identificação eleitoral centralizada.
- Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS): informações trabalhistas.
- Identificação profissional: até três registros de órgãos de classe.
- Certificado Militar: exceto para identidade militar própria.
- Números NIS, NIT, PIS/PASEP: para comprovar vínculo social ou de trabalho.
- Nome social: sob pedido formal, conforme regras locais.
- Condição de saúde específica: precisa de laudo médico detalhado e está sujeita à análise do órgão responsável.
Centralizando esses dados, a identificação se torna mais eficiente em hospitais, seleção de emprego, acesso a benefícios, entre outras situações cotidianas.
Como emitir a CIN?
O primeiro passo é agendar pelo site oficial do Governo Federal, escolhendo o local de atendimento no estado onde mora.
No atendimento presencial, apresente os documentos originais (ou cópias autenticadas) que deseja incluir. A primeira via é gratuita. Já para a segunda via, é cobrada uma taxa.
Emissão da CIN no Brasil

Desde a implantação, ações conjuntas entre estados e o Ministério da Gestão e Inovação (MGI) permitiram que a cobertura aumentasse de menos de 100 mil para 45 milhões de brasileiros em três anos.
Prazo de validade do antigo RG
Pelas regras do Decreto nº 10.977/2022, a emissão da nova identidade é opcional até 2032. Isso significa que o RG segue válido até lá, sem urgência para trocar. Porém, recomenda-se solicitar a atualização em caso de furto, vencimento do documento ou necessidade de usar recursos digitais específicos.
Perguntas frequentes
- O que é o QR Code da Carteira de Identidade?
É um código que contém recursos de segurança para evitar fraudes e permitir a verificação rápida da autenticidade do documento. - A CIN facilita o acesso a quais serviços?
Facilita o acesso a mais de 4.600 serviços digitais federais, estaduais e municipais, especialmente para quem alcança o nível Ouro no GOV.BR. - Qual é o valor da segunda via?
O valor da taxa varia conforme o estado brasileiro. - Quais situações permitem isenção da taxa da segunda via da CIN?
Idosos com 65 anos ou mais, vítimas de roubo ou furto (com boletim de ocorrência) e cidadãos em situação de vulnerabilidade social podem conseguir isenção.
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