Tudo pode mudar em apenas dois meses: perder o prazo para sacar o 13º salário do INSS pode colocar em risco um benefício esperado e necessário para milhões. Com o calendário apertado e novas regras de prazos, entender como agir faz toda a diferença para quem precisa do dinheiro no tempo certo.
O 13º salário 2026 para aposentados e pensionistas do INSS não traz apenas apoio financeiro no meio do ano e nas festas, mas também exige atenção: há um tempo limite para retirar o valor após a liberação pelo banco.
Neste ano, os beneficiários devem observar cuidadosamente o prazo de até 60 dias para o saque, sob pena de devolução do crédito ao INSS.
O controle desse período é decisivo para evitar transtornos, perda de valores ou suspensão do benefício, especialmente para quem depende exclusivamente desse recurso para o equilíbrio das contas familiares.
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Regras para o saque do 13º salário do INSS em 2026
Uma das principais regras está na exigência de saque em até 60 dias após a data de liberação do benefício, incluindo o 13º salário. Essa regra, originalmente pensada para benefícios mensais, aplica-se também às parcelas do abono anual.
Caso o valor não seja retirado nesse prazo, o crédito retorna para o INSS, exigindo uma solicitação específica para reaver o pagamento não sacado.
O calendário divulgado tradicionalmente pelo INSS indica a data em que o pagamento fica disponível, a depender do número final do benefício do aposentado ou pensionista.
Se, por exemplo, a primeira parcela for liberada entre 24 de abril e 8 de maio, o prazo final para o saque será de 60 dias a partir dessa liberação: isso pode significar datas-limite variando entre 23 de junho e 7 de julho, conforme cada caso.
Como funciona o prazo de 60 dias: prazos para saque do benefício mensal se aplicam ao 13º?
O limite de 60 dias para saque, estabelecido inicialmente para os benefícios mensais, é igualmente válido para o 13º. Isso ocorre porque tanto o benefício ordinário quanto o abono possuem o mesmo fluxo operacional junto ao banco recebedor e ao INSS.
O objetivo é garantir maior segurança, evitando pagamentos a beneficiários já falecidos ou fraudes bancárias.
Ao final do prazo, não havendo saque, o banco devolve o valor ao INSS, que pode suspender o pagamento até que o titular solicite o “pagamento de benefício não recebido”.
Essa solicitação pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS, ou ainda pela Central 135, que oferece atendimento gratuito para fixos e celulares.

Calendário e expectativa de antecipação do 13º salário em 2026
Até o momento, existe apenas a expectativa de antecipação do 13º salário em 2026. Nos anos anteriores, o pagamento foi adiantado por decreto presidencial, normalmente entre abril e maio.
Para este ano, ainda é necessário aguardar a publicação oficial para confirmação das datas e regras detalhadas. Independentemente da antecipação, a divisão em duas parcelas é a prática padrão: metade do valor na primeira parcela, e a segunda parte, geralmente com descontos, quando aplicável pela faixa de renda.
Para quem tem dúvidas, vale destacar que todas as liberações são amplamente comunicadas pelos canais oficiais do INSS e bancos, sendo essencial acompanhar as informações atualizadas no site do órgão e junto à agência bancária onde o benefício é pago.
O que fazer se perder o prazo do saque?
O beneficiário que não retirar o valor do 13º salário dentro dos 60 dias deverá solicitar o pagamento através do serviço “Solicitar Emissão de Pagamento não Recebido”, disponível no Meu INSS, ou ainda entrar em contato com a Central 135.
Esse processo pode tomar algum tempo até a regularização, e o benefício pode ser suspenso enquanto não houver manifestação do titular.
Valores, reajustes e quem tem direito ao 13º salário em 2026
O valor do 13º salário corresponde a um doze avos do benefício recebido por mês, sendo pago proporcionalmente para quem começou a receber ao longo do ano.
Em 2026, os valores já refletem o reajuste do salário mínimo de R$ 1.621 ou os índices aplicados para benefícios acima do piso nacional, que possui teto de R$ 8.475,55, determinado pelo governo federal no início do ano.
Tem direito ao 13º salário quem recebe aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-reclusão e salário-maternidade pagos pelo INSS. Beneficiários de programas assistenciais, como o BPC/Loas, ainda não têm direito ao abono natalino. Em caso de óbito do titular antes de sacar o valor, a família precisa solicitar junto ao INSS.
Como acompanhar e não perder o prazo de saque do 13º salário do INSS
Para não ser pego de surpresa, o recomendável é:
- Verificar o número final do benefício para saber a data exata da liberação de cada parcela;
- Anotar o prazo de 60 dias em agenda ou aplicativo de calendário, contando sempre a partir da data que consta no extrato bancário ou no Meu INSS;
- Consultar com frequência o Meu INSS para acompanhar movimentações e possíveis pendências;
- Regularizar de imediato qualquer situação de não recebimento para evitar suspensão do benefício.
O controle desses prazos é ainda mais importante para quem delega o saque a terceiros ou reside em locais com acesso limitado à rede bancária.
Situações que aumentam o risco de perder o 13º salário do INSS
- Falta de atualização dos dados cadastrais e bancários;
- Troca recente de banco sem comunicação rápida ao INSS;
- Internações prolongadas, viagens ou mudanças de domicílio sem organizar representante legal;
- Desinformação sobre os prazos de saque e as datas de liberação de cada parcela.
Portanto, um planejamento simples, consulta regular aos canais digitais do INSS e atenção às mensagens dos bancos são suficientes para evitar imprevistos e garantir o acesso integral ao benefício.
Quer saber mais sobre o calendário do 13º salário e outros assuntos do INSS? Visite a página principal do Blog Pensar Cursos. No vídeo abaixo, você confere outras regras da aposentadoria do INSS:















