Com a chegada de 2026, aposentados e pensionistas aguardam com expectativa as atualizações nos pagamentos dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As alterações anuais promovidas pelo órgão são fundamentais para o planejamento financeiro de milhões de brasileiros que dependem desses valores.
Mas o que deve mudar nos pagamentos dos aposentados e pensionistas? A seguir, veja como consultar as datas e os valores dos benefícios, além das principais novidades previstas para o INSS em 2026.
Como consultar as datas e valores do seu benefício?
A forma mais segura e prática para verificar as informações sobre o seu pagamento é através dos canais oficiais do INSS. A plataforma Meu INSS, disponível como site e aplicativo, centraliza todos os dados do segurado.
Siga o passo a passo para consultar:
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- Acesse o site ou baixe o aplicativo “Meu INSS”.
- Faça login com seu CPF e senha da conta Gov.br.
- No menu principal, procure pela opção “Extrato de Pagamento”.
- Nesta seção, você poderá visualizar o valor detalhado do seu benefício, a data exata do depósito e eventuais descontos.
Manter o acesso regular a essa ferramenta é fundamental para acompanhar todas as atualizações e garantir um planejamento financeiro sem surpresas.

Imagem: Joédson Alves/Agência Brasil
As principais mudanças projetadas para 2026
Para o INSS de 2026 algumas mudanças estão previstas. Confira quais são:
1. Novo valor do salário mínimo e o piso do INSS
O reajuste do salário mínimo define o novo piso dos benefícios do INSS. O salário mínimo passará de R$ 1.518 para R$ 1.621 em 2026. Para que entre em vigor, o novo piso precisa ser oficializado por meio de um decreto presidencial no início do ano, com validade a partir de 1º de janeiro e impacto nos pagamentos a partir de fevereiro.
2. Reajuste do teto dos benefícios
Para os segurados que recebem valores acima do piso, o reajuste é calculado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. A previsão é que o teto dos benefícios, atualmente em R$ 8.157,41, seja corrigido e ultrapasse a marca de R$ 8,5 mil. A estimativa mais recente aponta para um valor de R$ 8.537,55, garantindo a manutenção do poder de compra para quem contribuiu com valores mais altos ao longo da vida laboral.
3. O novo calendário anual de pagamentos
Como ocorre todos os anos, o INSS publicará um novo calendário detalhando as datas de depósito para cada mês de 2026. Embora as datas exatas mudem, a estrutura de pagamento baseada no valor e no final do número do benefício será mantida, assegurando a previsibilidade para os segurados.
O sistema, que visa distribuir o fluxo de saques e evitar sobrecargas nas agências bancárias, continuará dividindo os beneficiários em dois grupos principais:
- Beneficiários que recebem até um salário mínimo: Geralmente, os pagamentos para este grupo ocorrem nos últimos cinco dias úteis do mês de referência.
- Beneficiários que recebem acima de um salário mínimo: Os depósitos para este grupo são realizados nos primeiros cinco dias úteis do mês seguinte.
Dentro de cada grupo, a data exata do depósito é determinada pelo último algarismo do número do benefício, desconsiderando o dígito verificador. Essa metodologia escalonada garante eficiência e organização, permitindo que todos recebam seus valores de forma ordenada.
Para mais informações sobre o INSS, acesse o portal do Pensar Cursos.
Perguntas frequentes
1. Qual será o valor do salário mínimo em 2026?
O salário mínimo será de R$ 1.621,00 em 2026, o que define o novo piso para os benefícios do INSS.
2. Onde posso encontrar o calendário oficial do INSS 2026?
O calendário oficial será divulgado pelo INSS no final de 2025 ou início de 2026 e poderá ser consultado no site oficial do INSS e no aplicativo Meu INSS.
3. Como sei o dia exato do meu pagamento?
A data exata depende se você recebe até um salário mínimo ou acima, e é definida pelo último número do seu benefício (antes do traço).
4. O teto do INSS aumenta com base no salário mínimo?
O reajuste do teto do INSS é calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e não pelo mesmo índice do salário mínimo.











