Uma novidade está chamando a atenção de milhares de pessoas em todo o país! O INSS está liberando um pagamento de R$ 1.621 para CPFs que terminam em 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. E o melhor: o processo de solicitação é 100% online, sem sair de casa!
Esse benefício, que acompanha o reajuste recente do salário mínimo, está disponível para um grupo específico de pessoas, mas muitos ainda têm dúvidas sobre quem tem direito, como consultar as datas e, claro, como acessar o depósito. Continue lendo e saiba o que é necessário observar, quais passos seguir para não perder o prazo e entenda detalhes que geralmente passam despercebidos.
Como o INSS organiza o calendário de pagamentos
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) define um cronograma para os pagamentos. A ordem dos depósitos segue o número final do benefício (sem considerar o dígito verificador após o traço). Essa estrutura busca evitar aglomerações nos bancos e facilitar o planejamento dos segurados, que sabem exatamente quando o valor estará disponível.
Para identificar o número correto, basta conferir o cartão do benefício: se aparecer, por exemplo, 0102-5, o final considerado é o 2.
Como consultar a data do seu pagamento
O cidadão pode visualizar a data do pagamento consultando o extrato no portal Meu INSS ou no aplicativo. Basta acessar o serviço “extrato de pagamento” para visualizar todas as informações necessárias. Quem preferir atendimento por telefone pode ligar para a Central 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
É recomendável manter seus dados atualizados nesses canais para garantir que o pagamento será feito corretamente e não enfrentar atrasos.
Calendário dos pagamentos de março
Veja todas as datas de pagamento do INSS de R$ 1.621, que segue um calendário escalonado de acordo com o número final do benefício:
| Final do benefício | Data do pagamento |
|---|---|
| 1 | 25/03 |
| 2 | 26/03 |
| 3 | 27/03 |
| 4 | 30/03 |
| 5 | 31/03 |
| 6 | 01/04 |
| 7 | 02/04 |
| 8 | 06/04 |
| 9 | 07/04 |
| 0 | 08/04 |
Entenda o pagamento de R$ 1,6 mil liberado pelo INSS

O pagamento de R$ 1.621 liberado pelo INSS para os finais de CPF 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 corresponde ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). O BPC garante um salário mínimo mensal para pessoas idosas (a partir de 65 anos) ou pessoas com deficiência, desde que comprovem renda familiar baixa e estejam devidamente incluídas no Cadastro Único (CadÚnico).
O valor acompanha o reajuste do salário mínimo, por isso, neste ano, o beneficiário recebe R$ 1.621 por mês. Diferente da aposentadoria, não é necessário ter contribuído previamente ao INSS para receber o BPC. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) é responsável pela gestão do benefício, enquanto o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cuida da operacionalização.
Quem tem direito e como funciona?
Para acessar o BPC, é preciso cumprir alguns critérios:
- Ter 65 anos ou mais, ou ser pessoa com deficiência de qualquer idade mediante avaliação multiprofissional
- Morar no Brasil
- Renda familiar per capita de até ¼ de salário mínimo
- Estar com o CadÚnico atualizado, incluindo o CPF de todos da família
- Documento com biometria (preferencialmente Carteira de Identidade Nacional – CIN)
Vale lembrar que o BPC não concede 13º salário e não gera pensão por morte.
Documentos necessários e como solicitar o benefício de forma online
O requerimento do BPC deve ser realizado preferencialmente pelo Meu INSS (site ou aplicativo disponível para Android e iOS) ou pela Central 135. Também é possível fazer o pedido presencialmente nas Agências da Previdência Social (APS). O processo é gratuito e pode ser feito pelo próprio interessado ou por seu representante legal, sem necessidade de intermediários ou agenciadores.
Além disso, é possível buscar atendimento presencial no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) para orientações sobre a atualização do CadÚnico e para verificar os critérios de elegibilidade.
Confira os documentos exigidos:
- Documento oficial de identificação com foto (cópia simples);
- Cadastro e dados atualizados no CadÚnico;
- Dados dos membros da família e comprovante de renda.
Se o benefício for concedido, o INSS enviará uma carta informando a decisão, que também poderá ser consultada no site ou no app “Meu INSS” e na Central 135. O pagamento será feito por meio de cartão magnético, conta corrente ou poupança.
Durante o processo, o INSS pode solicitar documentos originais caso haja dúvidas sobre as informações fornecidas. Se houver deficiência, será agendada uma avaliação multidisciplinar.
Pessoas com deficiência
A deficiência para o BPC é comprovada por meio de uma avaliação multiprofissional agendada no INSS, por meio de médicos peritos e assistentes sociais. A análise considera as limitações físicas, mentais ou sensoriais e os impactos na rotina da pessoa. O diagnóstico médico sozinho não é suficiente; a avaliação biopsicossocial é necessária.
Se a pessoa não puder comparecer à avaliação, ela pode ser realizada em domicílio ou na instituição onde a pessoa estiver. O INSS pode cobrir as despesas de transporte e diárias, caso a avaliação aconteça em cidade diferente da residência.
O que fazer se o pedido for negado?
Quando o benefício não é concedido, o interessado pode apresentar recurso pelo próprio Meu INSS ou pela Central 135, em até 30 dias após a notificação. A revisão é feita pelo Conselho de Recursos da Previdência Social, podendo ser acompanhada online.
Se restarem dúvidas, o cidadão ainda pode buscar o CRAS local para apoio no recurso e atualização das informações.
Situações especiais: acúmulo, reavaliação e calamidade pública
O BPC não permite acúmulo com outros benefícios previdenciários ou de Seguridade Social, mas pode ser combinado com algumas ajudas assistenciais, desde que respeitado o limite de renda. Em situação de calamidade pública, há possibilidade de antecipação do pagamento e liberação de uma parcela extra do valor, desde que sigam as orientações do INSS.
O beneficiário deve atualizar seu cadastro no CadÚnico a cada dois anos e realizar reavaliações caso seja necessário. Pessoas com deficiência têm regras específicas para manutenção ou retorno ao benefício após vínculo empregatício formal.
Outros direitos do BPC
Além do salário mínimo mensal, os beneficiários têm direito à Tarifa Social de Energia Elétrica e à Tarifa Social de Água e Esgoto, que garantem descontos nas contas de energia e água. Eles também são prioritários em serviços públicos de assistência social.
Trabalho e BPC
Não é permitido que a pessoa com deficiência trabalhe enquanto recebe o BPC. No entanto, se o beneficiário começar a exercer uma atividade formal, ele pode acessar o auxílio-inclusão, que garante meio salário mínimo mensal. Para isso, é necessário que a pessoa tenha recebido o BPC nos últimos 5 anos, e que a remuneração não ultrapasse dois salários mínimos, mantendo a renda familiar dentro dos critérios do BPC.
Além disso, se a pessoa com deficiência retornar ao BPC após o fim do vínculo de trabalho, ela ficará isenta de reavaliação biopsicossocial por dois anos após o retorno ao benefício.
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Aproveite e assista ao vídeo abaixo para conferir mais informações sobre os pagamentos do INSS em 2026:















