Frases cotidianas podem limitar oportunidades de ascensão no mercado de trabalho. Especialistas em comunicação alertam desde 2023 sobre o impacto negativo de certas expressões no ambiente corporativo.
O alerta ganhou repercussão após Loren Margolis, CEO da Leadership Development Expert, conceder entrevista à Forbes nos Estados Unidos. Segundo Margolis, comentários corriqueiros podem interferir na percepção profissional e afetar diretamente o crescimento de carreira.
A análise foi realizada em Nova York, com foco em ambientes corporativos e profissionais de diferentes setores. Margolis aponta que, embora as frases pareçam inofensivas, elas costumam ser determinantes tanto para o êxito quanto para o fracasso profissional. A especialista recomenda substituições e modelos de respostas associados a líderes bem-sucedidos.
O objetivo é orientar trabalhadores sobre como pequenas mudanças na comunicação podem resultar em ganhos de imagem e credibilidade. O estudo, divulgado pela Forbes em 2023, baseia-se em observações diretas da CEO da consultoria Leadership Development Expert.
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Cinco frases que podem prejudicar a carreira: análise e recomendações
“Sempre foi assim”
De acordo com Loren Margolis, essa expressão indica resistência à mudança e postura inflexível diante de novos processos organizacionais. O exemplo citado pela Forbes mostra a evolução de métodos operacionais, como o registro de pedidos em bares que passou do papel para sistemas digitais, otimizando o atendimento.
A especialista sugere: “Parece que você tem ideias criativas para este projeto. Que tal eu apresentar as vantagens do método atual e depois avaliarmos juntos possíveis melhorias?”. Essa abordagem demonstra receptividade e incentiva o debate.
“Posso fazer uma pergunta boba?”
O portal Team Insights reforça que questionamentos são essenciais para o aprendizado em empresas e não diminuem a credibilidade ou a postura do colaborador. Margolis recomenda eliminar o adjetivo “boba” e ir diretamente ao ponto, mostrando segurança durante a interação.
“Isso não é meu trabalho”
A recusa direta costuma associar o funcionário ao fenômeno da “demissão silenciosa”, no qual há entrega mínima na função. Loren Margolis indica respostas alternativas que apontam limitação sem recusar auxílio.
Exemplos: “Gostaria de ajudar, mas não tenho capacidade agora. Posso ajudar em duas semanas” ou “Estou focado em outro projeto, mas posso contribuir com esta parte”. O método TEF, citado em consultorias de comunicação, sugere recusar tarefas com respeito e assertividade.
“Sendo honesto…”
Segundo Loren Margolis, enfatizar honestidade pode colocar em dúvida a palavra em situações anteriores. A recomendação é substituir por “vou direto ao ponto”, mantendo a autenticidade sem comprometer a percepção de confiança.
“Sem problema”
Margolis pontua que a substituição do tradicional “de nada” por “sem problema” muitas vezes soa como informalidade excessiva ou até desconforto. A orientação é optar por respostas diretas como “de nada” ou “foi um prazer”, evitando interpretações negativas relacionadas à colaboração.
Repercussão e impactos no ambiente corporativo
Empresas que incentivam boas práticas de comunicação tendem a registrar equipes mais colaborativas e alinhadas, segundo Team Insights. O estudo de Margolis foi citado por diversos veículos internacionais desde junho de 2023, reforçando a importância das trocas verbais no cotidiano profissional.
Organizações brasileiras também relatam resultados positivos após treinamentos voltados à comunicação assertiva. A adoção das alternativas sugeridas auxilia na formação de lideranças e na melhoria dos processos internos, conforme análise apresentada pela Forbes.
Contexto e evolução do tema na mídia
O debate sobre frases prejudiciais à carreira ganhou destaque em reportagens internacionais a partir de junho de 2023, segundo publicação da Forbes. A Leadership Development Expert, sediada em Nova York, fornece consultoria baseada em experiências práticas de CEOs e gestores globais.
O tema permanece em discussão, com empresas implementando programas de capacitação para aprimorar o relacionamento interpessoal e minimizar conflitos linguísticos. Margolis avalia que a clareza na comunicação é fator determinante para progresso no ambiente de trabalho.
Novas pesquisas e treinamentos a respeito das melhores práticas de diálogo em empresas devem ser divulgados nos próximos meses pelos principais veículos especializados.
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